sábado, 23 de junho de 2007

PLATÉIAS LOTADAS: CRIANÇAS DESPERTADAS PARA MENSAGENS E MAGIA




O uso mais correto e racional da água. Esse é o grande gancho que a nossa Fábula busca trabalhar com o público infantil. Mas nada de levar para um palco uma aula ou qualquer coisa parecerida. O que se vê em cena é pura magia. E esse encantamento convida as crianças a perceberem o quanto é importante preservar nossos igarapés, rios e mares. Nas fotos, mais uma cena do espetáculo e a atriz Marcione Pará, preparando-se para entrar no palco como A Gota D´Água. Divertidíssima atuação!

quinta-feira, 21 de junho de 2007

UM VERDADEIRO E LINDO FENÔMENO




Montado com o patrocínio da Eletronorte, o espetáculo a Fábula das Águas Tristes simplesmente virou um fenômeno em Tucuruí. Contrariando o costume de fazer estréia somente na capital, a peça está sendo vista primeiro na cidade ligada à hidroelétrica. Somente depois irá para Belém. O resultado dessa aposta tem sido emocionante. A história, o elenco, as canções, tudo relacionado à Fábula virou mania em Tucurui. O público infantil vibra em cada apresentação. Os atores são reconhecidos na rua e dão autógrafos. Uma maravilha. Nosso agradecimento à Eletronorte e ao povo desse encantador município. Na foto, fila de meninos e meninas à espera de mais um encontro com Zé Ribeirinho, Noa Canoa e todos os outros personagens.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

CONFIRAM AS LETRAS DAS CANÇÕES QUE COMPÕEM O ESPETÁCULO

Letras de Carlos Correia Santos e melodias de Zé Maria Bezerra

MODINHA DAS ÁGUAS TRISTES

Quantas mágoas, quantas mágoas
Estamos tristes, nós as águas...
Tanto lixo, tanto descaso, tantos danos
Estamos tristes com os humanos

Água também sofre, água também padece
Rio, igarapé e mar... tudo adoece
Quantas mágoas, quantas mágoas
Estamos tristes, nós as águas...


O RUINZÃO PAUL LUIZÃO

Porcaria, destruição
Sujeira e esculhambação
Lá vem o mal fedorentão
Lá vem o mal fedorentão

Doença e corrosão
Tudo vira um lixão
Chegou o Paul
Paul Luizão

Querem acabar, querem desfazer?
Eu sou a solução!
Querem apedrejar, querem apodrecer?
Chama o titio aqui, meu irmão!

Eu sou o bom, sou o bom, sou o bom.
Para pichar tudo eu tenho o dom.
Ele é bom, é o bom, é bom, é o bom
Para pichar tudo eu tenho o dom.

Eu sou terrível, vou te contar...
E com a natureza boto pra quebrar

Porcaria, destruição
Sujeira e esculhambação
Lá vem o mal fedorentão
Doença e corrosão
Tudo vira um lixão...
Chegou o Paul Luizão...
Oh, Yeah!...


BLUES DO IGARAPÉ

Pois é...
Tão triste é ser um igarapé
Que não dá pé
É de fazer chorar, perder a fé

Batizo tua alegria,
Eu te protejo do calor
Banho tua vida dia a dia
E te mergulho no amor

E tu não me resguardas
Só me feres
Não me guardas...
Meu bem não queres...

Tomara que consigas perceber
Que enfim sem mim
Só a saudade vais beber
Pois tudo assim desaguará no fim

Pois é...
Tão triste é ser um igarapé
Que não dá pé
É de fazer chorar, perder a fé



TEMA DO RIO QUE NUNCA MAIS RIU

Um rio não ri quando só se pesca o descaso
Um rio não ri quando nele só nada a agonia
Qual rio ri com o abandono por acaso?
Qual rio vazio pode sentir alegria?

Sou Rio Que Nunca Mais Riu
Porque vou desaparecer
Sou correnteza por um fio
Ninguém quer me proteger


NADO PELA FELICIDADE

A vida é um grande mar de belezas
Nada é melhor do que nadar pela felicidade
Vamos mergulhar em nossas riquezas
A vida é um oceano de suavidade

Nade com amor pelo que a Natureza criou
Banhe-se na tranqüilidade
E se a grandeza do mundo já nos molhou
Nada é melhor do que nadar pela felicidade

A vida é um grande mar de belezas